Esta Arte Marcial tem por característica resgatar toda Tradição Marcial dos primórdios da civilização japonesa, quando o homem vivia perfeitamente integrado consigo mesmo e com o Universo. Neste conceito, através do treinamento captamos a energia do Grande Universo e depois passamos a utilizá-la, tendo o centro do corpo como área de difusão. Através da consciência do fluxo de energia tudo é possível e podemos esquecer o uso da força física. Com a meditação, esvaziamos a mente e com a prática do Shin’ei Taido também.

Com a mente e o interior pacificados, não há medo, nem raiva, nem angústia nem pânico; saímos das emoções e dos pensamentos. Se considerarmos isto como objetos do aprisionamento humano, entramos na dimensão da Consciencia, aonde nos conduz o Shin’ei Taido. Tanto homens, mulheres, pessoas de todas as idades podem se integrar nesta prática saudável.

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A Mente e o Caminho
















Bodhidharma disse que o Caminho é a visão clara da natureza do Ser, assim designado como "shin" ou "kokoro". Porém definir como "mente" dá uma conotação intelectual, definir como "coração" é emocional, definir como "alma" é algo que dificulta a compreensão. A Mente (com M maiúsculo), está além destas três definições anteriores. 

Bodhidharma disse que quando percebemos esta Mente, alcançamos o estágio de Anjin ou “Mente Pacificada”.

 Para Shinran Zenji, este estágio é o “Shin Pacificado” que apresenta aspectos que o próprio Inoue Doshu indicava aos seus Deshii; com mente sincera e profunda, além da prática sincera. Que a prática fosse sincera e única, sem a necessidade de excesso de vigor

Bodhidharma diz que devemos exercer a concentração no momento presente e no que se fixa diante de nós, como método para ingressar na morada de todos os pensamentos, que está atrás  do “véu que recobre a fonte de todos os pensamentos”.

Qualquer que seja a abordagem, escutar o Coração (Shin), é a forma de ficar no Caminho (Tao, Do).

Sobre este tema, Carlos Castanheda escreveu:

“Qualquer Caminho é apenas um caminho e não é insulto,

Tanto para ti como para os outros, abandoná-lo quando seu coração assim o diz. (...)

Então, faça a si mesmo e apenas a si mesmo uma pergunta: possui este caminho um coração?

Caso afirmativo, o caminho é bom. Caso contrário, esse caminho não tem importância alguma. ”

Boa Reflexão.

Oss.

Baseado em artigos sobre o Zen e entrevistas de Inoue Doshu.

5 comentários:

  1. Gracias Ricardo, aunque creo que la traducción de la última parte no sale bien. Lo que si es cierto que siempre debemos disfrutar del camino, le meta no es lo importante.

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    Respostas
    1. Buenos Dias, Carina,
      Quanto a la tracducion, mantuve el original que era una traducción al portugués de un artículo Inglés, que citó los escritos de Castañeda.
      Gracias a ti.
      Abrazo.

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  2. Perdona Ricardo me refería a la traducción al español, me sale "Cualquier camino es sólo una manera y no insultar,

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  3. Buen Dia, Carina,
    Lamentablemente,el traductor electrónico todavía comete errores, la versión en español sería:

    Sea cual sea el enfoque, escuchar el corazón (Shin), es la forma de
    permanecer en el camino (Tao, Do).

    Sobre este tema, Carlos Castaneda escribió:
    "Cualquier camino es solo un camino y no es un insulto,
    Tanto para ti y para los demás,
    Dejálo cuando su corazón se lo dice. (...)
    Por lo tanto, hacer usted mismo y única pregunta que tú mismo: tiene este camino un corazón?
    Caso sí, el camino es bueno. De lo contrario, este camino no tiene importancia alguna. "
    Que tengas un excelente Fin de Semana.
    Abrazo.

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  4. Muchas gracias Ricardo, igualmente para tí.

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