Esta Arte Marcial tem por característica resgatar toda Tradição Marcial dos primórdios da civilização japonesa, quando o homem vivia perfeitamente integrado consigo mesmo e com o Universo. Neste conceito, através do treinamento captamos a energia do Grande Universo e depois passamos a utilizá-la, tendo o centro do corpo como área de difusão. Através da consciência do fluxo de energia tudo é possível e podemos esquecer o uso da força física. Com a meditação, esvaziamos a mente e com a prática do Shin’ei Taido também.

Com a mente e o interior pacificados, não há medo, nem raiva, nem angústia nem pânico; saímos das emoções e dos pensamentos. Se considerarmos isto como objetos do aprisionamento humano, entramos na dimensão da Consciencia, aonde nos conduz o Shin’ei Taido. Tanto homens, mulheres, pessoas de todas as idades podem se integrar nesta prática saudável.

Seguidores

domingo, 1 de maio de 2011

Meditar: Fundir-se com a Fonte



















Meditar significa se fundir com a Fonte.
Está técnica acalma e descansa a mente, ela começa a ficar ”vazia”, retornando ao seu estado original; todo o corpo “acompanha-a”, modificando o seu ritmo.

Geralmente a musculatura relaxa, a respiração “acalma” e a pressão regulariza.
Mente vazia e respiração mais solta, o movimento natural e a técnica, evoluem cada vez mais.

Mente vazia, não há a sensação de medo ou competição; geralmente isto faz que as lesões não ocorram. Daí a importância de meditar.
Pode ser antes da aula.

Quem sabe..... um pouco mais após.......
Os pensamentos ou imagens aparecem; não atribua nada a eles; não analise nada. Seja Observação.

Muita práticas incorporaram as práticas do Zen, em que a tomada de Consciência do corpo e dos gestos é fruto de uma longa disciplina de meditação e foco.

Não há espaço para o ego; tornar-se oco como um bambu. Deixe Ki e Iki fluírem através, ensinavam Mestre Inoue e os grandes mestres.
Na tradição budista, há cerca de 2.500 anos, Sidarta Gautama encontrou a Iluminação graças a concentração no Tanden, que está situado a 3 dedos abaixo e atrás do umbigo.

Diz a tradição, que silenciosamente foi transmitida esta experiência ao seu discípulo MahaKashyapa , o primeiro Patriarca Zen.

MahaKashyapa transmite a Ananda, primo de Sidarta e pertencente à classe guerreira; começa aí a transmissão de mestre para discípulo com a formação das linhagens que vêm até nossos dias.

Tanden, do chinês Tan t’ien (área vermelha); Hara quer dizer barriga em japonês.

Mas, Tan t'ien é o nome dado aos outros dois principais centros de energia localizados no eixo interno de nosso corpo, assim nos temos:

Tanden (Tan t'ien) Superior - Localizado atrás do ponto médio entre as sobrancelhas - Hipófise.

Tanden (Tan t'ien) Médio - Localizado na região do Plexo - Coração.

Tanden (Tan t'ien) Inferior – como já vimos, e tambem chamado de o Mar de Energia Ki.

Na visão sino-japonesa, a concepção mais utilizada foi a acima; embora a visão indiana fale em sete pontos principais.

No Dojo, a postura mais comum de meditação é sentado em Seiza ou em semi-lótus. Pode ser com as mãos em prece (Gasho) , a nível de Tanden médio ou com as mãos apoiadas no formato do Mudra Cósmico,a nível do Hara no Tanden.

Muito bem, sentou-se, relaxado, de preferência com olhos fechados, a mente solta unida a respiração. Inspire pelo nariz e vá projetando o Hara no Tanden.
Retenha a respiração, sem esforço e solte; e sua mente está ali no Mar de Energia Ki. Após instantes, exale pela boca, porem a língua deverá estar tocando o céu da boca e contraindo o Hara no Tanden. Pare um segundo, inspire novamente. O ciclo se faz e a mente se esvaziou.

Boa Prática.

Oss.

Baseado em textos de Zen.

2 comentários:

  1. Buenas tardes Ricardo,
    Muy interesante tambén esta práctica, gracias por compartirla
    un abrazo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Buenas Tardes, Carina,
      Muchas gracias por tu comentário.
      Abrazo.

      Excluir

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails